Jornada em Rokugan: Viagem para o Sul

Após ter recebido ordens escritas nomeando-o como Magistrado Esmeralda em Sunda Mizu Mura (Vila da Água Limpa), Shinjo Inyou se dirige para Otosan Uchi, a Capital Imperial, com seus yojimbos Hida Nori e Hiruma Kyuzo.

Ao chegar aos portões, tem sua entrada sutilmente barrada e ordens para pegar um barco no Porto da Maré Lenta (Taimana Choryū), território do Clã Tartaruga.

Ao se aproximarem dos cais, eles vem um garoto roubando um samurai da Garça, que parece perdido, olhando os navios que lotam o movimentado porto. Hida pega o garoto e faz com que ele devolva o dinheiro roubado do Garça. O Garça se apresenta como Asahina Hokusai e diz que também está indo para o sul, pois quer conhecer a Muralha e as Terras do Clã Caranguejo. Shinjo o convida a acompanhá-los na viagem até Sunda Mizu Mura.

Após negociarem uma passagem para Sunda Mizu Mura no navio do capitão Yasuki Tunai, que irá partir na primeira maré do dia seguinte, eles se separam.

Shinjo se apresenta ao Magistrado Esmeralda local, Bayushi Takeda. Eles resolve se abrir e contar sobre o comportamento de Kakita Yukumi, Magistrada Esmeralda, quando do julgamento em Khanbulak, desabafando sobre a intervenção desta no julgamento. Bayushi Takeda ouve atentamente. Antes do fim do jantar, ele avisa à Shinjo para ter cuidado com a corrupção no seio da Guarda Portuária de Sunda Mizu Mura.

Enquanto isso, Hida Nori descansa nos aposentos dos yorikis e convida um dos serviçais para jogar Fortunas e Ventos, um jogo de dados muito comum entre as classes baixas. O serviçal fica impressionado com a gentileza do samurai.

Asahina Hokusai se hospeda na estalagem A Tartaruga Feliz e tendo uma dose de inspiração passa a noite pintando um quadro do guerreiro Hida, a ponto de se esquecer de comer.

No dia seguinte eles partem no Nadakaze, o navio capitaneado por Yasuki Tanai. Asahina oferece seu quadro à Hida, dizendo-se envergonhado por uma obra que não faz justiça ao samurai. Shinjo menciona que a pintura é muito bela.

Na saída, Shinjo percebe no cais do porto um homem com uma mão sem alguns dedos olhando para o barco que se afastava e se lembra da descrição de um dos bandidos que seguiu na Capital Imperial meses antes.

A viagem é calma nos primeiros dias, com o barco passando por lindos castelos e vilas na costa do Território do Clã Garça. Entretanto, ao se aproximarem de umas pequenas ilhas longe da costa, são surpreendidos por um forte nevoeiro. Asahina percebe que a névoa é sobrenatural, enviada por um kami do ar, sob as ordens de uma mulher velha. Ele avisa aos outros samurais e eles se preparam, vestindo suas armaduras. Shinjo assume o comando do navio e manda todos – samurais e tripulantes – descerem ao convés inferior e espera. A névoa não permite ver nada do lado de fora.

Logo, eles ouvem um choque de madeira em madeira e o barco balança ao ser abalroado por outro navio. Vários piratas parecem pular para o convés do Nadakaze. Uma voz forte manda que os tripulantes do navio se rendam e serão poupados. E avisa que se resistirem, irão todos morrer. Sob o comando dos samurais, nenhuma resposta parte do navio.

Os bandidos tentam arrombar a porta para o convés interno do navio. Ao quebrarem a tranca, dois deles entram meio desequilibrados e são alvejados pelas flechas de Shinjo e Hiruma. Antes que os outros piratas do lado de fora possam se reorganizar, Hida avança cortando um deles ao meio e empurrando os outros de volta ao convés, enquanto Asahina invoca um kami do ar para derrubar os piratas em volta da porta.

Surpreendidos pela aparição dos samurais, o primeiro grupo de piratas é morto rapidamente. Hida investe contra o capitão pirata. Quando este tomba ante a espada do samurai, o resto dos piratas foge para seu navio, enquanto a tripulação do Nadakaze se anima e os persegue, gritando animados com a vitória. Asahina e Shinjo vêem uma velha mulher que parece com a descrição da visão de Asahina escapar para o barco pirata. O navio pirata parte e some na névoa.

Dias depois, a viagem termina com o grupo tendo a visão de Sunda Mizu Mura, a enorme cidade no território do Caranguejo.

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