The Armitage Files II – O Caso do Sanatório e o Caso do Celeiro

As investigações dos documentos continuam. As últimas descobertas parecem mais relevantes e talvez demonstrem alguma relação entre os elementos dos misteriosos documentos.

A Sra. Sarah Collins continua hospedada em minha casa, sendo ajudada pelo Dr. Peaslee – o qual, ela continua a insistir, será assassinado. Até agora, evitamos chamar as autoridades. Ela parece estar em melhor situação aqui do que no sanatório. Pelo menos até que possamos determinar mais informações sobre qual o papel dela nos documentos – ou como a foto dela sem o rosto foi parar em um deles.

Kingsport

Uma das pistas descobertas na festa da casa de Austin Kitrell foi a placa do carro de um misterioso trio de convidados. A placa do velho Ford era de Innsmouth, o que despertou suspeitas. O detetive Cooper descobriu que o Ford pertence a Ernest Pivar, o pai de Alfie, o garoto-monstro do Circo.

Segundo os registros policiais, o último endereço do Sr. Pivar fica em Kingsport, em um bairro pobre perto do porto. O grupo de investigadores resolveu seguir essa pista.

Ao chegarem na propriedade, descobriram que ela estava abandonada há várias semanas. Um porão, com uma entrada escondida na cozinha, estava cheio de caixas de mercadorias contrabandeadas vindos de um navio, o Pérola do Oriente.

Também acharam no assoalho do quarto principal, uma caixa de jóias, com alguns braceletes de prata e uma tiara estranha – que não caberia em uma cabeça normal. Fotos na casa mostravam os convidados da festa – aparentemente o Sr. Pivar, sua esposa e o pastor Joseph – já que o homem em uma das fotos tiradas na frente da igreja da Ordem Esotérica de Dagon usava as vestes de um sacerdote.

O que essas fotos e objetos de ouro (braceletes e tiaras) significam? Existem menções a Dagon no Necronomicon e em outros livros ocultos.

No porão, eles também descobriram um túnel secreto – que Barry reconheceu como sendo da época colonial. Os investigadores resolveram seguir pelo túnel. Na parede do túnel, havia, segundo descreveram, vários desenhos estranhos, de peixes e outras criaturas marinhas e de humanos, alguns deles sendo sacrificados.

No fim do túnel, os investigadores descobriram uma porta trancada que levava para uma espécie de caverna/cais subterrânea, com uma saída para o mar. Aparentemente o lugar era usado por contrabandistas para trazer mercadorias dos navios no porto, evitando a inspeção da alfândega.

Enquanto examinavam mais caixas de material contrabandeado, oriundas de outro navio, o Princesa do Pacífico, eles foram atacados por alguma espécie de “peixe”, segundo a descrição feita pelos investigadores. O peixe arrastou o detetive Ethan para a água e o feriu na perna, mas, por sorte nada grave. Os tiros de Thomas assustaram a criatura que fugiu pela comporta.

Outra porta levava a um armazém utilizado por uma indústria de pesca. O local era aparentemente banal. As descobertas no armazém foram mais estranhas, por assim dizer. Em uma sala fria, descobriram vários corpos de marujos pendurados.

De volta ao subsolo, examinaram outra porta que levava a uma caverna subterrânea com um altar de sacrifícios e mais um corpo, de um homem assassinado.

A polícia foi avisada e isolou o local, mas até agora não descobrimos de quem seriam os corpos.

O Celeiro em Essex Falls

De volta a Arkham, o vendedor de livros, Phillip Hugues, deixou mais de um recado na redação do jornal de Liam O´Gara. Segundo a secretária do jornal, ele parecia ansioso em encontrar com Liam. Disse que estava na cidade naquele dia (uns dias atrás) e que o esperaria na Cafeteria onde haviam se encontrado antes. Na última ligação, mencionou um “celeiro” em Essex Falls, na beira da Rota 22. A secretária não entendeu direito o que ele queria dizer porque ele falava muito rápido, algo sobre pobre sem-teto e barulho de porcos. Disse que iria sair da cidade por uns tempos.

Observo que a descrição lembra a que consta no segundo documento e que o jovem Phillip teria me contado – mas sem a menção aos maçons ou à Helping Hands. Haveria realmente alguma verdade nos documentos?

Na pensão onde ele se hospedara, descobrira que passara por algumas fazendas no dia anterior a seu sumiço. O último lugar visitado era a fazenda Sutton.

Na fazenda existia realmente um celeiro velho, na beira da floresta. O detetive e o Sr. Hugues (o investigador, não o vendedor) resolveram interrogar os fazendeiros. O pai se chamava Enoch Sutton e seus filhos mais velhos Asa Sutton e Eli Sutton. A conversa com eles despertou suspeitas.

A família se revelou mais estranha do que parecia. Um dos porcos criados lá era chamado de Azazhot – curiosamente um nome muito parecido com o de um dos deuses antigos citados no Necronomicon.

Os investigadores descobriram sinais de que os sem-teto eram sacrificados no celeiro e dados de comer aos porcos. Na pocilga, os outros investigadores encontraram restos de ossos humanos e pedaços de roupas velhas.

O Sr. Thomas Hugues foi atacado por eles, mas conseguiu reagir, matando o filho insano Asa Sutton. O pai quase quebrou a cabeça do Sr. Hughes, mas foi ferido e preso. O outro filho acabou preso também. Barry atropelou o porco e mencionou algo sobre um “olhar vermelho maligno”.

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